quinta-feira, 3 de abril de 2008

Restrição de circulação de caminhões em SP afetará transporte no País





A restrição de circulação de caminhões na cidade de São Paulo afetará o transporte rodoviário de carga de todo o Brasil. O alerta é do presidente da NTC&Logística, Flávio Benatti, que destaca que o segmento é responsável por movimentar aproximadamente 90% de tudo o que se produz e se consome no Estado de São Paulo e por cerca de 60% de todas as cargas do País.
As novas medidas restritivas ao trânsito na capital paulista, anunciadas nesta terça-feira (1/4), pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), causaram surpresa e preocupação ao setor de transporte rodoviário de cargas em São Paulo e em todo o País.

A inclusão dos caminhões no rodízio municipal, com restrição de circulação nas Marginais do Tietê e Pinheiros das 7h às 10h e das 17h às 20h, prejudicará muitas operações logísticas, inclusive ao do comércio exterior, uma vez que São Paulo é passagem obrigatória para as cargas com destino ao maior porto da América Latina, que é o de Santos, na Baixada Santista, avalia Benatti, que também preside a Fetcesp (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de são Paulo).

Outros transtornos também poderão ser formados ao longo das rodovias que dão acesso a Capital, com congestionamentos de veículos em outros horários, tendo em vista a falta de opção para o tráfego dos veículos, uma vez que o Rodoanel Mário Covas, ainda não é uma alternativa.

A proibição de entregas de mercadorias durante o dia em algumas áreas, também deve ser bastante avaliada, pondera Benatti, uma vez que afetará diretamente o pequeno comerciante.

Juntamente com o SETCESP, a FETCESP e a NTC&Logística querem participar dos estudos dos impactos das novas medidas, que segundo o prefeito, serão avaliadas antes de implantadas.



Fonte: Redação NTC&Logística 3/4/2008

quarta-feira, 2 de abril de 2008

APELOG... O sucesso depende de nós

Caros Amigos;

Olá, tudo bem? Os últimos meses foram de muitas lutas, entretanto estamos novamente de pé e queremos entrar nesta nossa luta para vencer. Tenho percebido que alguns setores não são simpáticos a uma organização logística atuante, pois acreditam que suas conquistas seriam seriamente prejudicadas. Mas nós que atuamos nesta área sabemos da premente necessidade de nos organizarmos cada vez mais, para valorização e reconhecimento dos nossos profissionais.
É importante lembrarmos que uma associação é feita através da sociedade por ela composta, por isso cada um de nós tem importância fundamental neste projeto.
Quero reiterar, como venho fazendo nos últimos e-mails, que cada um de nós é responsável pelos rumos que a logística irá tomar em nosso país. Sempre ouvimos que a expressão: “A logística ainda engatinha no Brasil”, a responsabilidade do crescimento desta nossa paixão depende de cada um de nós nos envolvermos, ainda que achemos pouco o que podemos fazer, acredito que a união do pouco de cada um de nós, poderá acarretar em realizações fantásticas aos nossos objetivos. Não importa a função que você ocupa nesta cadeia, o que importa é que cada um de nós é um destes elos que une, fortalece e faz da Cadeia Logística a função de maior importância nesta grande engrenagem que é a economia de uma nação.
Como vocês já sabem, nós mudamos o conceito de site da APELOG, deixamos a tradicional página anteriormente utilizada, e adotamos a versão BLOG, pois entendemos que assim o espaço passa a ser mais interativo, tendo uma maior participação de todos nós, além fato importantíssimo de ser gratuito.
Meus e-mails e telefones permanecem à disposição daqueles que de alguma forma querem ajudar nesta árdua, mas gratificante luta.


Um forte abraço e saudações cordiais.

Alexandre Siqueira
Tels. 21 2121-4250 / 21 9484-9701 / 21 7865-6557
alexmadu@gmail.com


PARTICIPE E DIVULGUE!!!!

APELOG
http://apelogrj.blogspot.com/
Associação dos Profissionais e Estudantes de Logística
Sede Provisória: Rua Viúva Dantas, 80 / 512 Parte
Campo Grande – Rio de Janeiro – RJ
CEP. 23052-090

Importação salta 42% e saldo comercial é o menor em 6 anos



O superávit da balança comercial no primeiro trimestre de 2008 foi o menor desde os três primeiros meses de 2002. O forte crescimento das importações derrubou o saldo acumulado este ano para US$ 2,84 bilhões, ante US$ 8,72 bilhões no primeiro trimestre de 2007, uma redução de 67,4%. As exportações cresceram 13,8% no período, totalizando US$ 38,69 bilhões, enquanto as importações aumentaram 41,8%, acumulando US$ 35,85 bilhões. Vendas e compras internacionais no período são recordes.
Em março, entretanto, o valor das exportações, de US$ 12,6 bilhões, caiu em relação a março de 2007 (US$ 12,9 bilhões) e na comparação com fevereiro deste ano (US$ 12,8 bilhões). Mesmo pela média diária de vendas, que foi de US$ 630,7 milhões - recorde para meses de março -, o crescimento das exportações foi de apenas 7,6% em relação a igual mês do ano passado, bem abaixo da média do ano, de 15,6%. As importações cresceram 33,2% em relação a março de 2007 e caíram 7,5% na comparação com fevereiro passado.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o superávit comercial de março foi 69,4% menor que em março de 2007, somando US$ 1,01 bilhão. As exportações totalizaram US$ 12,61 bilhões e as importações, US$ 11,60 bilhões.
Segundo o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, o governo quer estimular as vendas externas para conter a queda do superávit comercial. Ele lembrou que está sendo preparado um conjunto de medidas, dentro da nova política industrial, para estimular as exportações. "Esperamos que algumas medidas já tenham efeito em 2008", disse ele.
Para Barral, dois fatores estão levando ao aumento das importações: a competitividade da indústria brasileira, que tem aproveitado para aumentar o parque industrial; e a taxa de câmbio favorável.
O secretário destacou que em março as importações de bens de capital aumentaram 70% em relação a março de 2007. As compras de bens de consumo, no entanto, também tiveram alta expressiva, de 32,4% - bem superior ao crescimento das exportações.
O governo, disse, mantém a meta de exportação de US$ 180 bilhões para 2008. Segundo ele, há uma expectativa de que alguns itens pouco exportados no primeiro trimestre de 2008 ganhem força nos próximos meses, como minério de ferro, petróleo e soja.
Segundo o secretário, houve retração nas vendas externas de minério de ferro em março porque os exportadores atrasaram os embarques para esperar o reajuste dos preços do produto, que ocorreu no mês passado.
Também caíram as exportações de petróleo, explicou Barral, em razão de uma paralisação na refinaria de Paulínia (SP), além de parte do volume exportado ter sido desviada para atender ao aumento do consumo interno. Os embarques de soja para o exterior no primeiro trimestre ficaram 28% abaixo do volume exportado em igual período de 2007. A elevação dos preços, no entanto, foi de 52% no período.
Para rebater as críticas de que as exportações crescem por causa da alta dos preços, o secretário afirmou que, excluindo os aumentos de preços em 2007, ainda assim o volume das exportações de commodities teria crescido 11,9% em relação a 2006.

Fonte: O Estado de S.Paulo 02/4/2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

PARTE DE OBRA VIÁRIA DESABA E COMPLICA TRÁFEGO EM SP

Luísa Brito Do G1, em São Paulo

Responsável por obra no Expresso Tiradentes será punido, diz Kassab
Prefeito disse, porém, que vai aguardar resultado de investigações sobre o acidente. Na noite de segunda, trecho de parte elevada pendeu sobre o Viaduto Grande São Paulo.
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), afirmou, em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (1º), que “evidentemente” haverá punições para o consórcio que executa a obra do Expresso Tiradentes. Na noite de segunda-feira (31), um trecho de 64 metros da parte elevada que vai compor o corredor pendeu sobre o Viaduto Grande São Paulo, que teve de ser totalmente interditado.
Pelos cálculos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 8 mil veículos passam pelo local nos horários de maior movimento. Segundo Kassab, o contrato entre a prefeitura e o consórcio responsável pela obra prevê punições em casos de problemas como este. "Evidentemente que terá punição", declarou, ao visitar o local.
O prefeito afirmou, no entanto, que vai aguardar a conclusão da sindicância aberta para a apurar as causas do acidente. Um relatório parcial deve ser apresentado ainda nesta terça-feira. Até as 10h, o G1 não conseguiu contato com o consórcio. Kassab negou que tenha havido falha da fiscalização da prefeitura na obra e garantiu que, após ser resolvido o problema, a estrutura oferecerá segurança aos usuários.

Guindastes
De acordo com o engenheiro Pedro Pereira Evangelista, diretor de infra-estrutura da SPTrans, a construção do trecho elevado é feita por avanços sucessivos de partes que são equilibradas lado a lado. As estruturas possuem um suporte no meio que fazem que fiquem como se fossem gangorras.
Segundo o engenheiro, dois guindastes estão trabalhando para resolver o problema. Um deles, que pesa 120 toneladas, vai começar a colocar pesos sobre a parte que está mais alta para que ela desça e volte à posição horizontal. Um outro guindaste, de 240 toneladas, vai segurar a estrutura para que ela desça suavemente. De acordo com o engenheiro, não houve danos à estrutura do viaduto pois o mesmo não está suportando todo o peso do trecho que pendeu.
O trecho elevado faz parte das obras do Trecho 3 do Expresso Tiradentes, que deve ligar o Parque Dom Pedro II, no Centro de São Paulo, até o bairro de Cidade Tiradentes, no Extremo Leste da capital. Até agora, a prefeitura concluiu dois trechos da obra, que totalizam 8,5 km, do Centro até o Sacomã. O trecho onde houve o problema na noite de segunda prolongaria o corredor até o bairro da Vila Prudente, na Zona Leste.
Liberação
O Viaduto Grande São Paulo deve ser liberado para o tráfego de veículos a partir das 17h desta terça-feira, segundo afirmou esta manhã o secretário municipal de transportes, Alexandre de Moraes. A previsão inicial era de liberação às 13h.
De acordo com o secretário, o viaduto só será liberado quando for constatado que o problema não oferece mais risco para os motoristas. “Não podemos apressar os trabalhos para não haver risco para ninguém. As pessoas devem ter paciência e evitar a região. Foi algo imprevisível”.
O secretário afirmou que durante a madrugada se reuniu com o prefeito Gilberto Kassab e representantes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para montar um plano de emergência para a região.

Bloqueios
Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o primeiro bloqueio na região foi feito na Avenida Luiz Inácio de Anhaia Melo, sentido Vila Prudente, na altura da Rua Maria Daffré. Os motoristas que seguem neste sentido devem desviar pela Rua Maria Daffré, entrar no Viaduto Pacheco Chaves, Rua dos Patriotas e Rua Silva Bueno.
O segundo bloqueio, de acordo com a CET, foi feito na Avenida Francisco Mesquita, sentido São Paulo, na altura do Viaduto Grande São Paulo. Para este trecho não há desvio e a CET pede aos motoristas que evitem a área.
A terceira interdição foi feita na Avenida do Estado, sentido Vila Prudente, na altura da Avenida das Juntas Provisórias. O desvio é feito pelas ruas 1822, Dom Lucas Obes até chegar na Avenida Das Juntas Provisórias.
O último bloqueio está no acesso da Avenida das Juntas Provisórias, sentido Vila Prudente, para o Viaduto Grande São Paulo. O desvio é feito pela Avenida das Juntas Provisórias, Viaduto Gazeta Ipiranga e Avenida do Estado. Deste ponto, o motorista pode optar entre seguir pelo Viaduto Pacheco Chaves, entrar à direita na Rua Dianópolis e à esquerda na Luiz Inácio de Anhaia Melo.
Filas
Às 10h, a pista expressa da Avenida Salim Farah Maluf tinha o segundo pior trecho de lentidão da capital. O motorista enfrentava 4,9 km de congestionamento no sentido Vila Prudente da Rua Toledo Barbosa até a Avenida Luiz Inácio de Anhaia Mello. No sentido marginal, eram 2 km de lentidão, entre a Rua Demétrio Ribeiro e a Ponte do Tatuapé. A Rua das Juntas Provisórias tinha 1,9 km de tráfego ruim, desde a Avenida Almira até o Viaduto Grande São Paulo.Nesse horário, a cidade registrava 75 km de lentidão, sendo que 27 km estavam na Zona Sul e 21 km na Zona Leste.

Gestão e Logística




Ótima matéria apresentada no Domingo, 23/03/2008, no programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios, da Rede Globo de Televisão.
O comércio eletrônico abriu novas oportunidades de negócios no mercado. Uma delas é a terceirização de serviços. Pequenas transportadoras são um exemplo.
Visite o link:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM805610-7823-GESTAO+E+LOGISTICA,00.html