quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Apagão Logístico Prejudica Exportações


Conseguir uma boa venda para o exterior e não poder concluir a negociação devido ao custo para transportar o produto. Foi isto o que aconteceu com a empresa Nativa Móveis, de Pato Branco, na região sudoeste do Paraná, que exporta móveis de madeira montados para a Europa e Estados Unidos.
"No resultado final da operação, o lucro líquido era menor do que as despesas com o transporte. Também não adianta vender apenas por vender e ainda correr riscos", conta Elizandro Ferreira, funcionário da empresa.
A situação pode parecer absurda, mas é o exemplo do que acontece no Brasil e na América Latina em geral. O custo para transportar as mercadorias de onde são produzidas até o comprador impacta demais as exportações. Por isso, os produtos brasileiros acabam perdendo competitividade no mercado internacional.
Um recente estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), intitulado de Desobstruindo as Artérias - O Impacto dos Custos de Transporte sobre o Comércio Exterior da América Latina e Caribe, alerta para a necessidade da região em incrementar a infra-estrutura de transporte.
Muitos países defendem quedas nas taxas de importação dos países compradores, mas o relatório do BID indica que esta diminuição não elevaria muito as exportações.
A saída é reduzir o impacto do custo transporte na operação, especialmente no caso de mercadorias mais pesadas e que ocupam mais espaço, como os produtos do agronegócio, os principais itens exportados pelo Brasil.
Para Maurício Mesquita Moreira, economista do BID que coordenou o estudo, a falta de investimento na infra-estrutura de transportes pode fazer com a América Latina perca uma das poucas vantagens em relação à Asia: a proximidade com os maiores mercados do mundo.
"A importância do transporte fica evidente quando se compara as tarifas de importação com os custos de frete externos (porto a porto). No caso do Brasil, por exemplo, se gasta com frete, em média, 7,3% do valor do produto nas exportações para os Estados Unidos, enquanto que os gastos com tarifa são de 1,6%. Nas exportações para outros países da América do Sul, os números são de 4,7% para o frete e 0,8% para tarifa. Se somarmos ao frete os custos relacionados ao tempo de transporte, ou seja, os custos de carregamento de estoques e a depreciação do produto, a despesa das exportações brasileiras para os EUA dobram (14,6%). Se ainda incluirmos os custos de transporte domésticos (fazenda-porto, fábrica-porto), as tarifas chegam à beira da irrelevância ante o transporte. Diante dessa realidade, uma política comercial que só preocupa com tarifas e acordos comerciais está deixando de lado os mais importantes obstáculos ao comércio exterior", opina.
Moreira cita o exemplo da soja produzida em Sorriso, no Mato Grosso. No ano passado, quando chegava ao Porto de Santos, 49% do preço da mercadoria era puramente frete. Quando era entregue em Xangai, na China, o frete representava 90% do preço final.
"É claro que esse pode ser um caso extremo, mas os dados sugerem que dificilmente os custos de transporte no caso desses produtos ficam abaixo de 20% do preço final. Estamos falando de uma parte substancial de receita de produto, que, em vez de ficar nas mãos dos produtores ou mesmo do governo na formas de impostos, pode ser perdida em função de infra-estrutura de transporte ineficiente", alerta.

Entidades também reclamam de alto custo

Entidades que representam os produtores do agronegócio paranaense concordam sobre o alto custo do transporte. Além da própria característica da mercadoria, a produção acontece no interior do País, o que aumenta as distâncias até os portos.
"O agronegócio depende muito do transporte e da logística. Isso é fundamental para o setor. A nossa produtividade está próxima aos dos maiores concorrentes. O problema é o pós-porteira, ou seja, na hora de transportar", afirma Robson Mafioletti, assessor técnico do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar).
Para Gilda Bozza, economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), há anos o transporte é o principal problema do segmento e que está longe de ser resolvido.
"A principal forma de transporte é a rodoviária, recomendada para distâncias de té 600 km. Mas não é isso que acontece. Acaba onerando demais. O produto perde competitividade. No caso da soja em grão, por exemplo, as perdas chegam a R$ 2 bilhões para os exportadores", comenta.
Culpar os transportadores pelo custo elevado também não é o certo, segundo Luiz Anselmo Trombini, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar).
"O grande culpado é o governo, e não os transportadores. São estradas mal conservadas, filas, demora para carregar o produto. Tudo isso reflete no valor do frete e aumenta o custo para este produto, seja para a exportação ou para o mercado interno. O problema da infra-estrutura é o famoso "Custo Brasil". É preciso investir pesado nisso porque estamos prestes a sofrer um apagão logístico", diz.
Para Samuel Gomes, diretor-presidente da Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A. (Ferroeste), que recentemente apresentou o seu projeto de expansão,
"o transporte exaure todo o esforço feito no País".

Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/economia/news/

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Cadeia de Suprimentos na Área de Saúde

UPS divulga resultado de pesquisa de cadeia de suprimentos na área de saúde

No meio de muitas mudanças que estão ocorrendo na indústria de saúde, a UPS acaba de lançar uma pesquisa para identificar dificuldades crescentes na cadeia logística da área de saúde.
Direcionada a tomadores de decisão de logística nas indústrias farmacêutica, médica, cirúrgica e de biotecnologia, a edição da pesquisa UPS 2008 “Dificuldades na Cadeia de Suprimentos” destaca que políticas regulatórias e concorrência da indústria encontram-se no topo da lista das preocupações das companhias de saúde.

O estudo, conduzido pelo Harris Interactive para a UPS, também detectou que “acesso ao mercado global” é o tema que precisa de maior direcionamento pelas empresas. O acesso ao mercado global é a principal área de foco para empresas de saúde que buscam obter vantagens como fonte de oportunidades de baixo custo e visam aprofundar-se de forma rápida, em mercados emergentes de consumo.

“Capitalizar oportunidades em um novo mercado global dentro de um universo crescente competitivo da indústria, exige mudanças na cadeia de suprimentos e nas estratégias de negócio,” diz Bill Hook, vice-presidente da UPS para logística no segmente de saúde. “É crucial que as companhias tenham uma cadeia de suprimentos com flexibilidade para responder as condições de mercado variáveis para capturar nova participação de mercado e navegar nas diversas complexidades associadas ao acesso ao mercado global,” complementa Hook.

A legislação de políticas envolvidas também é uma preocupação para as companhias de saúde em um mercado crescente global onde as empresas devem atender às várias leis de políticas regulatórias por meio de novos territórios. Interesses regulatórios são classificados como o assunto número 1 de negócios para companhias em uma pesquisa online realizada com empresas chave que têm faturamento superior a US$1 bilhão. Aproximadamente 92% dessas companhias citaram políticas regulatórias como principal item de importância.

Pressões de Custo Causadas Pelas Dificuldades na Cadeia

Quando perguntados sobre preocupações específicas na cadeia de suprimentos, as companhias classificaram custos de gerenciamento e armazenagem como principal problema. Das empresas entrevistadas, 60% estão “bem ou muito preocupadas” com o impacto dos custos da cadeia de suprimentos em seus negócios.

Outro resultado apontou que 20% dos entrevistados consideram os custos com gerenciamento da cadeia de suprimentos como o tema que eles conduziram com sucesso. Entre as empresas cujo faturamento é superior a US$ 1 bilhão, 74% estimaram que os custos relacionados à data de validade ultrapassada de produtos, devoluções e recalls totalizam centenas de milhares de dólares a cada ano.

“Gerenciar os custos da cadeia de suprimentos poderá tornar-se algo crítico se a logística da área de saúde continuar a se desenvolver e expandir,” diz Hook. “É um atitude de balanço para as empresas buscarem vantagens em novas oportunidades em meio às pressões do mercado, dentro de um ambiente complexo de políticas regulatórias e extensas cadeias de suprimento.”
Tendências Futuras para Novos Direcionamentos de Negócios

A grande maioria dos pesquisados planejam fazer mudanças em seus modelos de cadeia de suprimentos em um futuro próximo. Entre as mudanças imediatas, as empresas projetaram: expandir seus canais de distribuição; terceirizar mais as funções da cadeia; trabalhar com empresas terceirizadas de logística e ampliar os gastos com suas cadeias de suprimentos.

Cerca de 90% dos pesquisados esperam efetuar mudanças em seus canais de distribuição nos próximos dois anos; 2 em cada 5 dos experts da indústria e mais da metade da indústria farmacêutica (55%) esperam mudar seus canais de distribuição para trabalharem com fornecedores terceirizados de logística. A maioria, 61% dos pesquisados, planejam implementar um canal de estratégia direta ao consumidor nos próximos dois anos e 55% pretendem iniciar uma estratégia direta aos atacadistas. De forma interessante, 37% acreditam que irão expandir para os dois canais, consumidores e atacadistas.

Quando perguntados sobre o mesmo tema, as empresas com faturamento superior a US$ 1 bilhão, 46% respondeu que estão planejando mudar seus canais de distribuição/estratégia de atingir o mercado diretamente. Cerca de metade (46%) dessas grandes companhias também planejam ampliar nos próximos dois anos, o montante que terceirizam. A mesma porcentagem planeja atuar em um futuro próximo, com fornecedores terceirizados de logística.

Apesar das preocupações em administrar custos da cadeia de suprimentos, outra tendência é um aumento em gastos com essa cadeia. Nos próximos 18 meses, 60% esperam despesas superiores a 23% decorrentes da cadeia de suprimentos sob o total de vendas. Entre as companhias com faturamento igual ou superior a US$ 1 bilhão, 42% espera aumentos nas despesas de suas cadeias de suprimentos no mesmo período.

Metodologia da Pesquisa

A pesquisa foi dividida em duas partes. A primeira fase incluiu uma pesquisa por telefone conduzida pela Harris Interactive com mais de 300 pequenas e médias empresas das indústrias médica, farmacêutica, de artifícios e biotecnologia. A segunda fase foi conduzida de forma online direcionada a grandes companhias da área de saúde dos mesmos setores com faturamentos anuais iguais ou superiores a US$ 1 bilhão. O público alvo foi formado por tomadores de decisão da cadeia de suprimento.

Fonte: Aviação Brasil
Jornalista: Assessoria de Imprensa
E-mail: imprensa@aviacaobrasil.com.br
São Paulo / SP

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Custo dos transportes representa 6,7% do PIB

Os custos logísticos no Brasil cairam, embora isso não seja necessariamente uma boa notícia. No modal rodoviário, operadores autônomos trabalham com margens de 8% inferiores aos custos de operação, o que baixa o preço dos frete para todo o setor.
Os estoques são de R$ 89,7 bilhões o que corresponde 4,9%, enquanto a armazenagem é de 11,7% do PIB, com resultados absolutos de R$ 271 bilhões.
Como resultado, existe uma precarização de todo o sistema. Um estudo inédito do Centro de Estudos de Logística (CEL) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apontou que o modal rodoviário permaneceu estável, caindo de 58,5% em 2004 para 56,5% em 2006. "Os autônomos olham o custo variáveis e os fixos. Eles se preocupam com o gasto do diesel, se o pagamento têm como cobrir um furo de um pneu e a alimentação. Com isso, ele não tem como investir na frota, que continua obsoleta, ou em tecnologia", comentou o pesquisador Maurício Lima.
O custo dos transportes no Brasil é de R$ 154,8 bilhões o que representa 6,7% do PIB, enquanto em 2004 era 7,6%.

Ferrovias
A pesquisa também apontou que o uso de ferrovias cresceu, de 23,5% para 25,8%, mesmo assim a participação do modal ferroviário ainda é tímida perto de países de dimensão continental como a Rússia, China, Canadá, Austrália e Índia. O Brasil tem cerca de 3,4 quilômetros de ferrovia por quilômetro quadrado, enquanto essa relação nos Estados Unidos é de 23,4, na Índia é de 21,3 e na China é de 9,3.

O estudo mediu o custo de logística no Brasil com base em quatro áreas: transporte, armazenagem, administrativo e estoques. Não mensura o impacto dos portos na logística brasileira, apenas o transporte até o portão do porto. O fato do custo ter permanecido igual é curioso, frente ao aumento do preço do barril do petróleo, que passou de US$ 34,3 em 2004 para US$ 60,9 em 2006. Para medir o custo do transporte no Brasil, a pesquisa utilizou o diesel como parâmetro, tendo em vista que o combustível é responsável por 45,8% do custo do frete no modal rodoviário.

A média do preço do diesel cresceu de R$ 1,5 para R$ 1,91 no mesmo período. Mas a oferta de consumo permaneceu estável, na faixa de 22 bilhões de litros. No custo total do modal rodoviário é de R$ 128,9 bilhões, o que representa 5,6% do PIB. Desse valor, cerca R$ 113,6 bilhões de diesel, cerca de R$ 8,5 de outros veículos que fazem transporte por gasolina, aproximadamente R$ 2,6 bilhões de pedágio e mais R$ 4,2 bilhões de gerenciamento de risco.

A pesquisa toma como exemplo o custo necessário para levar uma tonelada por 1.000 quilômetros, com uma entrega por viagem. Em um caminhão do tipo carreta, o custo é de R$ 104,83 enquanto o preço cobrado é de R$ 96,51%. Já num caminhão do tipo truck, para transporte de granel ou carga seca o custo é de R$ 120,8 enquanto o preço é de R$ 111,17. Em ambos os casos, o custo é 8% inferior ao preço. "Em mercados onde o autônomo atua diretamente o preço é cerca de 20% menor, mas é dificil de calcular o impacto desse agente no mercado, pois muitos operadores logísticos terceirizam a operação e também usam o seu serviço", avaliou Lima. Cerca de 57,3% do transporte no Brasil é feito entre regiões, enquanto 28,3% é realizado internamente, dentro das regiões, ainda 9,4% é transporte classificado como especial e 5% é fracionado.

O modal ferroviário teve aumento de participação, em 2004 foram movimentados cerca de 206 TKU enquanto em 2006 foram movimentados cerca de 237 TKU. O faturamento somado das concessionárias em 2006 é de R$ 9,5 bilhões, o que corresponde a 0,4% do PIB nacional. Em 2004, a receita girava em torno de R$ 7,6 bilhões. Um estudo com a 1.000 maiores empresas brasileiras mostra que 35% da companhias não usam o ferroviário por falta de rotas, 30% por falta de flexibilidade de operação e 29% pela baixa velocidade e 29% pelo custo não compensar. "Se tivessemos uma malha maior e melhor, esse modal seria mais utilizado. A maior parte das linhas é singela ou seja, o trem tem que parar e esperar outro passar para então continuar o trajeto", comentou Lima.

Aquaviário
Já o modal aquaviário é responsável por R$ 11,5 billhões, o que corresponde a 0,5% do PIB. O dutoviário tem uma receita de R$1,023 bilhões no caso de oleodutos, onde a participação da Transpetro é de 77,3%. Nos gasodutos, o faturamento é de R$ 1,021 e o market share da TBG é de 60%. No total, o modal é responsável por R$ 3 bilhões de movimentação, o que corresponde a 0,1% do PIB. O aéreo faturou cerca de R$ 1,8 bilhões.

O custo médio por modal numa relação de 1.000 toneladas por quilômetros é de R$ 40 para a ferrovia, R$ 248 para o rodoviário, R$ 62 para o aquaviário, R$ 69 para dutos e R$ 1595 para o aéreo. "O Brasil não usa o modal adequado para cada transporte. Usa navios ao invés de dutos para transporte de graneis líquidos, rodovias ao invés de navios ou trens para os graneis sólidos e carga geral", revelou Lima.

Enquanto a participação do modal rodoviário no Brasil é de 56,5%, nos Estados Unidos é de 29,6%. Numa simulação para 2023, o ideal seria que o transporte aquaviário tivesse 29% da matriz brasileira, enquanto o ferroviário 32% e o rodoviário 33%. Nesse cenário o custo da logística no país seria de 5,2% do PIB. Aplicando a matriz de transporte americana ao país, o custo de transporte seria de R$ 111 bilhões, o que acarretaria numa relação com o produto interno bruto de 4,8%.

Como tendências, o pesquisador apontou um aumento do modal dutoviário, o crescimento da safra de grãos e o aumento do transporte de petróleo, em função da autosuficiência da Petrobrás e o crescimento estimado em 11% no transporte de ferro. "Pode acontecer de o país passar a transportar mais ferro por ferrovia e sobrar menos espaço para outros produtos, o que pode aumentar o custo de transporte logístico total", relatou Lima.

Na sua opinião, ou se investe mais em infra-estrutura. PAC prevê investimentos anuais no setor de R$ 12 bilhões, enquanto o Plano Nacional de Logística e Transporte mensura gastos de R$ 18,2 bilhões. "Se o Brasil crescer 5% por três anos pode haver um colapso da logística no Brasil. Aí pode se inverter a relação no modal rodoviário de ter mais oferta do que demanda, o que acarretaria numa explosão de preços,", comentou.

Fonte: NetMarinha - 23/8/2007 Publicado em NTC&Logística

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Logica participa do tradicional evento na área de energia


O evento este ano acontecerá em Olinda e contará com 90 expositores.

São Paulo, – A Logica, líder mundial em integração de sistemas e negócios e presente em 36 países – participará da exposição que acontecerá em paralelo ao XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica, SENDI, que tem por objetivo estimular e promover a troca de experiências entre empresas concessionárias do serviço público, empresas fornecedoras de serviços e entidades da área de energia elétrica no País e no exterior. A Logica é Patrocinadora Diamante da mostra que contará com 90 empresas, em um estande de 72 metros quadrados. O evento acontecerá entre os dias 06 e 10 de outubro das 8h00 às 17h00, no Centro de Convenções do Estado, localizada em Olinda (PE).

“A participação em um evento do porte do SENDI é muito importante para a Logica, dada à nossa atuação no setor de energia. Já participamos da edição anterior, o que gerou muita visibilidade para nossa empresa. Desta forma, resolvemos reforçar nossa participação com uma presença de peso e apresentar soluções inovadoras para o setor de energia”, enfatiza Fermin Fautsch, CEO da Logica América do Sul.

Na exposição, a Logica América do Sul irá apresentar suas soluções para empresas de distribuição de energia elétrica, principalmente em Geoprocessamento, Sistemas de Gestão, Outsourcing, Telemedição e Perdas.

Dentro do evento, haverão vários lançamentos de novas soluções, incluindo uma solução georeferenciada com o objetivo de detectar os pontos mais atingidos por raios e mapear áreas de risco. Na área de sistemas de gestão serão apresentados casos de sucesso com o SAP Utilities.

Casos de Sucesso - Com um histórico de casos de sucesso em parceria com a SAP e a disponibilidade de mais de 3.000 profissionais especialistas em SAP no mundo todo, a Logica América do Sul tem participado da implementação de soluções de SAP no setor de Utilities, nas empresas Energias do Brasil, Comgás e Neoenergia.

Um dos casos de sucesso que a Logica apresentará aos visitantes é a parceria com a Energias do Brasil e o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, projeto que, como fruto da parceria, resultou na criação do SIT Raios, um sistema de geoprocessamento, homologado pela ANEEL – agência regulatória – em 2006.

O sistema integra um grande projeto que vem sendo desenvolvido pela Energias do Brasil em parceria com o grupo ELAT – Grupo de Eletricidade Atmosférica do INPE, que envia uma elipse ao sistema da Energias apresentando os danos causados por descargas elétricas e sua área de influência. Com a visualização em uma rede com 400 quilômetros, por exemplo, é possível saber em qual bairro ocorreu a descarga e, assim a Energias do Brasil, pode enviar imediatamente a equipe de técnicos para realizar os reparos.

“Desta forma, em apenas dois anos, a Energias do Brasil já conseguiu diminuir gastos com consertos de linhas de distribuição e transformadores e ultrapassar as dificuldades naturais de um processo complexo”, comemora Vitor Luiz Guitte Gardiman, Superintendente de Automação, Medição e Telecomunicações da Energias do Brasil.

A Logica fornece serviços que abrangem consultoria, terceirização de processos de negócio e de TI e integração e desenvolvimento de sistemas. Mantém excelentes relações com grandes empresas nacionais, européias e órgãos do governo, tais como o Ministério da Defesa do Reino Unido, ING, Energias de Portugal, Energias do Brasil, Shell, Comgás, Electricite de France, Inbev, SABESP, Neoenergia, EON, Ford e Vodafone.

Perfil da Logica - A Logica é uma empresa líder de serviços de TI e negócio, com 39 mil funcionários em 36 países. Presta serviços de consultoria em negócio, integração de sistemas e terceirização de processos de negócio e TI. A empresa opera estreitamente ligada aos clientes para ajudá-los a liberar seu potencial, possibilitando a mudança que aumenta a eficiência, acelera o crescimento e gerencia o risco destes clientes. A companhia aplica seu profundo conhecimento do setor, sua excelência técnica e seu conhecimento especializado em entrega global para ajudar seus clientes a galgar posições de liderança em seus mercados. A Logica está listada na Bolsa de Valores de Londres e na Euronext (Amsterdam) (LSE: LOG; Euronext: LOG). || www.logica.com.

http://www.revistafatorbrasil.com.br / 03/10/2008 - 08:21